quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Ribamar Araújo fala sobre a situação precária da BR 319

Em entrevista ao programa Amazônia Entrevista do canal 17 da Rede TV, o deputado estadual falou sobre a situação da Rodovia BR 319, que foi projetada há 48 anos, e ligaria Manaus a Porto Velho, teve sua construção iniciada. O objetivo do então governador Danilo de Matos Areosa era tirar Manaus do isolamento geográfico, interligando a capital amazonense ao Estado de Rondônia e, posteriormente ao resto do País.
Hoje, em vias da liberação do licenciamento ambiental, o atual superintendente da Seminf, Orlando Holanda, faz campanha para o retorno imediato das obras de reestruturação da BR-319. Com a restauração de aproximadamente 400 quilômetros – trecho pendente para a liberação do tráfego na rodovia - a expectativa é de que até junho do ano que vem o transito entre Manaus e Porto Velho pela rodovia volte a ser uma realidade.
O deputado Ribamar explica que são 877 quilômetros de rodovia. Ela nasce no território de Rondônia, na Cidade de Guajará-Mirim, fronteira com a Bolívia, passa por Abunã e alcança Porto Velho para, daí, entrar no Estado do Amazonas, passando por Humaitá e chegar a Manaus, desenvolvendo-se, portanto, totalmente na Amazônia Ocidental, no sentido Norte/Sul.  No contexto rodoviário Pan Americano, a BR-319 se interligará à rede das repúblicas vizinhas como a  Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia, através das rodovias BR-080, BR-174 e BR-364/236.
O parlamentar disse ainda que se essa rodovia estivesse funcionando em sua totalidade, muita coisa poderia estar diferente tanto no Amazônas quanto no estado de Rondônia. “O aspecto mais importante é que estaríamos interligados com a rodovia, promovendo o desenvolvimento econômico, onde Rondônia poderia escoar sua produção agrícola, fazendo com que os produtos chegassem ao Amazônas com um valor muito menor aos consumidores, sem falar na ligação de Porto velho à Manaus, e ao resto do mundo”, disse Ribamar.
De acordo com o parlamentar o grande problema são os interesses pessoais de empresários que não visam o desenvolvimento, foram capazes de dinamitar trechos imensos da rodovia para dificultar o trafego. São 400 quilômetros que precisam de manutenção, além da necessidade de instalação de balanças de controle de cargas para que a estrada não seja inutilizada novamente. Seriam necessários investimentos em torno de R$ 1 bilhão para concluir as modificações como alargamento, pontes e uma nova pavimentação.
“É uma verdadeira safadeza que estão fazendo com o povo de Rondônia e do Amazônas, essa estrada além de tirar o povo do isolamento, traria desenvolvimento para todo nosso País”, finalizou o deputado Ribamar.





                                                 





Helen Esteves
Jornalista DRT/RO 1042
Assessoria Parlamentar de Imprensa
Deputado Ribamar Araújo – PT
Contatos: (69) 3216-2769/9254-7700


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